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- O limite real de um homem termina quando começa a sua imaginação.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A vida sempre parece uma constante.

Será que sempre pra tudo e pra todos ela será sempre um caminho que não leva a lugar algum, ou pelo menos parece não levar? Estranho, essa historia de construa sua própria personalidade me confunde por que será que somos sempre cobrados pelo o que devemos ser se nem ao menos temos liberdade para aprender? Por que eu tenho tantas perguntas sem respostas? Será que é porque eu sou alguém que não é igual? Sim, eu não sou igual!
A igualdade é relativa, pois a meu ver eu estou sempre entre o meio das infinitas decisões que não consigo tomar; estranho às vezes pareço não ser eu. Tudo seria uma confusão da mente ou coisa parecida? Às vezes me sinto estacionado no tempo... O que é o tempo?
Não adiantaria defini-lo em conceito eu sei o que é o tempo, o que eu não consigo entender é como ele passa tão imperceptível e tão brusco ao mesmo tempo. Verdade eu acho que estacionei no tempo. São tantas duvidadas e situações que nem eu mesmo consigo ao menos se quer encontrar uma ligação entre um estremo e outro. Quais são os pólos da vida? Onde está o resto do caminho? Destruíram a ponte!
Eu fico tão confuso com tanta coisa que acabo escrevendo e nem ao menos consigo expressar o que de fato quero escrever, mais eu sei que eu escrevo e sou compreendido pelo o meu “eu” e sei também que não posso esperar que todos me entendam porque eu sei que eles podem não me compreender. De fato sei que posso sim mudar esse destino, posso voltar um pouco o caminho e construir a minha própria ponte para poder seguir e que sirva de passagem para as outras pessoas; não sei construir uma ponte! Pode ser que ela quebre e caiam todos no buraco. Mais para que isso não aconteça eu irei primeiro, não sei se é fundo o buraco, mais se eu cair... Não haverá preocupação e nem algum tipo de ressentimento talvez quem sabe, eu não faça como Alice? Coitada emergiu pra dentro de um fundo buraco e voltou com suas próprias soluções da vida. Precisou haver feridas para que ela mesma a compreendesse, que bom pelo menos foi ela mesmo quem se ajudou. Talvez eu nem construa mesmo uma ponte, e me atire de cabeça logo nesse buraco e resolva de uma vez por todas o que tenho pra resolver. Busquei em dezenove anos uma tediosa forma de construir a minha humilde personalidade e não deixarei que ninguém acabe com ela, pois a forma praticada e vivida por mim pertence ao meu amanhã e eu sei e tenho a consciência de que a vida é muito para se tornar insignificante e pretendo ir longe e mais além para mudar e assumir o meu controle, sou o meu próprio amor, o meu próprio desejo e encontrarei nessa vida a maneira certa de agir. E estou procurando apesar de não parecer, sei que a mente de um verdadeiro gênio nunca para! De tanto tentar em não desistir dos meus sonhos descobri que eu estava esquecendo-me de sonhar, mais mesmo assim lembrava meus sonhos que nunca existiram e senti a firmeza do que a entre todas as coisas. Espero poder escrever mais, sonho em fazer uma historia de mim. Possa ser que saia algo bom ou não, mais eu nunca vou descobrir se eu não tentar. Estranho, parece que escrevo como se soubesse que alguém poderia ler e conhecer mais ao fundo o que se passa em minha mente. Pode ser que leiam ou não, mais o bom de tudo é que escrevendo eu consigo contar para o meu “eu” exterior o que anda acontecendo aqui dentro nesse lugar escuro e com pouca luz, vamos! Acorde, está na hora de brilhar. Brilhe para impressionar não para ofuscar as outras luzes, a simplicidade é um dos pólos da vida, cabe a você escolher qual outro. Confuso! Eu escrevo para mim e para alguém, colocar o texto todo em terceira pessoa... Quem sabe em primeira? Pouco importa, a verdade é que eu apesar de tudo consigo entender o meu olhar. E então, eles te dizem algo?

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